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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Você precisa conhecer: Ana Larousse.


Brasileira, paranaense, curitibana. Ana Larousse fez meu mundo parar quando ouvi sua voz pela primeira vez. Influenciada por artistas sensacionais, dentre eles - meus preferidos - Beatles, Mallu Magalhães, Marcelo Camelo, Little Joy, e Belle & Sebastian... Simplesmente não tinha como eu não gostar. É a mistura de tudo que é bom e mais um pouquinho.
Falo dela porque é simplesmente à músicas como as dela que recorro nas minhas horas de sufoco, quando preciso descansar, deixar o mundo de fora do meu mundo interno. São vozes como a dela que me acalma, que me livra de qualquer pensando ruim, que me faz abrir um sorriso quando o restante se desmorona.


"Ana canta o que dói de um jeito que salva. Sua voz é doce, suave, daí a nos cortar como berros que, numa espécie de retroalimentação, vem de dentro e para dentro, e calam fundo. Então releio as letras, elas tem densidade poética: peso, tensão, cores robustas, imagens que são colhidas num mundo raro. Contrastes. Suas melodias emanam luz sépia e neblina. E mesmo após o amanhecer, essa moça linda sabe cantar ainda mais baixinho, que é para não espantar as ausências. " - por Luiz Felipe Leprevost.


"Desde pequena, Ana guardava suas bagunças em cadernos e mais cadernos. Fazia de cada dor e sorriso um poema. Começou a estudar violão aos 10 anos e, em bandas de rock e punk, começou a jogar seu mundo em canções. Aos 19, deixou os gritos nas garagens de Curitiba para cantar baixinho lá na França. Foi na melancolia que carrega cada rua de Paris, que ela encontrou suavidade e leveza para cantar suas ausências."

"Seu primeiro disco, Tudo Começou Aqui, produzido por Rodrigo Lemos, é um delicado tratado sobre solidão e partidas. Um jeito de sublimar qualquer tristeza e bagunçar o coração de quem ouvir."

Gostou? Quer conhecer mais do trabalho dela? Você pode curtir sua página do Facebook, segui-la no SoundCloud, e ainda saber da sua vida através do Tumblr dela. Tá esperando o quê? 

Compartilha, e faça mais pessoas conhecerem esse belíssimo trabalho!

sábado, 11 de agosto de 2012

Filme: O Fabuloso Destino de Amélie Poulain


Eu não poderia falar de filmes toda semana sem citar o meu preferido: O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Foi este filme que encantou meus olhos e abriu minha mente. Quem já assistiu deve saber como tudo é muito bem pensado (câmera, cores, luzes, personagens), e quando eu comecei assistir parecia tudo tão lindo e poético, que me fez querer cursar cinema - mais ainda do que eu já queria.


O filme conta a história da inocente Amélie (Audrey Tautou), que após sair do subúrbio, muda-se para um bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. No banheiro da sua nova casa, encontra uma caixa, e decide procurar seu dono. Ao encontrá-lo e vê-lo feliz por rever o objeto, começa a ver o mundo com outros olhos. Assim, a partir de pequenos gestos, vai ajudando as pessoas ao seu redor. Contudo, sente falta de um amor...


Amélie é encantadora, e já no começo do filme, pode-se perceber como os pequenos detalhes a atraem. As outras personagens são todas caricatas e carismáticas, com suas características bem distintas e marcantes.
É um filme delicioso de se assistir. Jean-Pierre conseguiu me fazer chorar e sorrir, e ainda me fez assistir mais duas outras vezes no mesmo dia, por ser um filme tão a minha cara.


É um filme tão simples e ao mesmo tempo com uma quantidade infinita de detalhes. É harmonioso, fazendo com que personagens, trilha sonora, roteiro, direção de arte e, sem dúvidas, a fotografia se encaixem perfeitamente.
Se eu pudesse escolher um clássico num futuro próximo, não pensaria duas vezes em escolher esse.
Bom, deliciem-se assistindo esse belíssimo filme!
E aqui o trailer para se ter uma pequena ideia do que estou falando:


Deu até vontade assistir de novo!

sábado, 28 de abril de 2012

Alice in Wonderland in real life.


O artista Robert Therrien, criador dessas esculturas em escalas totalmente fora do comum, resolveu criar uma maneira das pessoas acharem atrativo algo do cotidiano. E meio obcecado pela infância, seu objetivo foi relembrar de como era nossas vidas enquanto tudo era muito maior e inalcançável. Suas obras já foram expostas em importantes museus, tais como National Galleries of Scotland e Tate Modern. Mas não tem como deixar de pensar na possibilidade de termos encolhido como Alice no País das Maravilhas. A sensação é provavelmente a mesma!
A exposição Lifelike está em Walker Art Center em Minneapolis até dia 27 de maio de 2012.
Veja mais trabalhos desse artista:





segunda-feira, 12 de março de 2012

Me casarei com um artista.


Não por popularidade ou por dinheiro, já que ambos só alguns tem a felicidade de possuir. Mas porque o artista, e talvez apenas ele, é capaz de sentir como ninguém. De ver nos pequenos detalhes histórias que poucos seriam capazes de contar. 
Quero um artista pois preciso ouvir poemas improvisados nas madrugadas de domingo. Quero receber cartas pelo correio com o cheiro daquele perfume amadeirado. Quero sentir-me inspiração para seu trabalho, e quero que uma de suas obras represente o nosso eterno amor. Preciso de olhos nos olhos e uma carícia no queixo. Quero a sensibilidade de um jovem sonhador. De um amante. De um artista.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Moda: Fashion Rio Inverno 2012


 Como recebi comentários positivos sobre meu post onde escrevi sobre Fashion Rio, decidi fazer um resumão e facilitar a vida de quem curte ficar por dentro do que acontece mas tem aquela preguicinha de pesquisar a fundo e ver desfile por desfile.

(clique na imagem pra que ela aumente)
Dia 1:
 O primeiro dia do evento contou com os desfiles das marcas Herchcovitch (anos 80), Acquastudio (quadros de Mondrian), Patachou (Oriente), Alessa (tapeçaria) e Cantão (moda urbana e praticidade). Meus preferidos foram o da Alessa, que explorou e combinou estampas de maneira impressionante e Herchcovitch, segunda marca de Alexandre, que conseguiu mais uma vez fazer um desfile inovador com o jeans e abusou da minha silhueta preferida, com a cintura bem marcada.
  Ponto negativo: Um tecido xadrez que a Cantão usou nos ultimos looks de seu desfile. Não sei se é porque já não aguento mais ver xadrez (assim como estampa liberty) ou se foi o jeito com que o usaram e combinaram, só sei que tive vontade de parar de ver o desfile na hora que apareceu um macacão inteirinho xadrez na passarela.
(clique na imagem pra que ela aumente)
 Dia 2:
 As marcas que apresentaram suas coleções no segundo dia, 11.01, foram a 2nd floor (animais), Coven (civilização maia),  Melk Z-da (bonecas) e TNG. Amei o desfile da 2nd Floor por ter usado apenas materiais sintéticos, além de levarem pra passarela suéteres lindos não tão comuns nesse ambiente, uma estampa de pena maravilhosa e um pouco de androginia.
 Ponto negativo: Primeiro que eu não gosto desse negócio de celebridade na passarela, coisa que a TNG sempre usa como "isca" pra atrair atenção ao seu desfile. Além disso, ainda mais xadrez na passarela. Eca. Apesar de ter gostado dos tricôs, achei os looks da marca muito comuns e comerciais.

(clique na imagem)
 Dia 3:
 O terceiro dia do Fashion Rio contou com Bianca Marques (ballet), Maria Bonita Extra (aniversário da marca), New Order (aviação nos anos 60), Espaço Fashion (paisagem carioca) e Coca Cola Clothing (futurismo com toque de esportismo). Meus desfiles preferidos do dia foram o da Maria Bonita Extra, que trouxe de volta os clássicos da marca, as silhuetas deliciosas de se ver e usar e cores suaves e agradáveis e da New Order, que pra quem não sabe a unica marca de acessórios que tem seu próprio desfile em uma das maiores fashion weeks do Brasil, e se inspirou nas aeromoças dos anos 60, abusando bastante das bolinhas, da transparência (com aparência emborrachada, uma novidade) e do metalizado.
 Ponto negativo: O desfile da Bianca Marques, que aliás eu já critiquei aqui.


 Dia 4:
 Desfilaram Walter Rodrigues (cultura amish), R. Groove (aliança entre esporte + estilo clássico), Ágatha, Filhas de Gaia (África e Japão) e Printing (anos 60). Esse dia foi especialmente ousado. Em quase todos os desfiles foi-se além do esperado, contrariando regras e tendências. Filhas de Gaia e Walter Rodrigues arriscaram, principalmente Walter, com um desfile pouco comercial. Ágatha foi puro brilho, além de blusões que pareceram deliciosos pra uma festa bem gelada. Não achei ponto negativo.




 Dia 5:
 No ultimo dia do evento, o line-up contou com Giulia Borges (universo das bonecas), Nica Kessler (tribo indígena Delaware), Andre Marques (anos 50), Oestudio ("O individuo") e Ausländer (preguiça). Achei o desfile da Giulia gostoso e agradável, apesar de abusar das tendências e não inovar muito. A marca é a cara das garotas da nossa idade, bem comercial e atual. Nica Kessler usou uma tabela de cores forte e bonita, além de tecidos ricos e silhuetas que eu amo. Gostei do conceito do Oestudio, bem conceitual e inovador, costume da marca. Adorei o desfile da Ausländer, muito fiél ao tema, cheio de peças desejáveis e olhem só: até o xadrez ficou aceitável!
 Ponto negativo: Apesar de muito bom, parece que o desfile da Auländer ficou comercial demais. Não achei muito inovador, mas é o tipico ready-to-wear que algumas marcas apelam algumas vezes. Mas, de qualquer maneira, delicioso pras jovens.

 Gostaria de deixar bem claro que essas são as minhas opiniões sobre cada desfile. E vocês? Concordam? Discordam?
 E me desculpem pela qualidade péssima das imagens, ainda estou aprendendo ):

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Villafane Studios.



Villafane Studio é o lugar perfeito pra quem gosta de abóboras. Melhor ainda, não são meras abóboras, são abóboras esculpidas. 
Este trabalho é feito por Ray, nascido em Queen, Nova York. Ele mostrou seu dom pela arte desde muito cedo, e desde muito cedo foi apoiado pela mãe, professores e amigos. Ele se formou em uma escola de artes em Nova York e ensinou arte para os alunos do K-12 em Bellaire, Michigan. Foi nesta época que ele começou a mexer com esculturas em abóboras, a princípio para projetos dos alunos, mas depois começou a oferecer essas abóboras em hotéis. 


Sua primeira escultura foi um brinquedo que se tornou sua primeira escultura profissional. Que foi uma versão no Wolverine (X-men). Ele colocou um tutorial na internet e sua obra chamou atenção de populares na escultura, como Randy Bowen. Randy o convidou para esculpir seus personagens, e ele aceitou, passando a esculpir várias estátuas do Designs Bowen. Além destes, fez outros trabalhos como para Warner Bros./DC Comics, Marvel, McFarlane Toys e Sideshow Collectibles.


Em 2007, seu hobby por esculturas em abóboras foi levado para um nível totalmente novo, quando ele foi contatado pela Entertainment High Noon e pediu para participar do Show da Food Network, Challenge, Outrageous Pumpkins.


 Ele competiu como quatro escultores de abóboras profissionais, impressionou os juízes e foi premiado com o Grande Prêmio. Eles queriam que ele voltasse para defender seu título na Outrageous Pumpkins Challenge II. 



E Ray continuou com seu título de 2008 e 2010. A exposição de talentos no estilo de Ray acumulou uma valorização de todos os novos artistas dessa área.


Depois de vê-lo competir no primeiro dia de Mostra o Food Network, Ray foi contratado por uma companhia profissional de escultura de areia e convidado a Jesolo, Itália. Ele foi para participar de seu projeto anual de escultura de areia nas férias. 


Embora Ray nunca tivesse esculpido na areia, ele aproveitou a oportunidade que lhe foram oferecidas. Em novembro de 2008, Ray viajou para Jesolo e criou sua primeira escultura de areia. Seu desempenho foi excepcional, e ele foi convidado a voltar no verão seguinte, onde ele participou do "Inferno de Dante". Foi-lhe dada a escultura mais central do show, e seu esforço não decepcionou. 


Seguiu-se uma viagem para a Rússia, onde Ray esculpiu a poucos quarteirões da Praça Vermelha e do Kremlin, encomendado pela Catedral de Cristo Salvador, uma das maiores catedrais de Moscow.


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