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terça-feira, 17 de julho de 2012

Novas aventuras. Quem topa?


Preciso de aventuras que sejam mais dolorosas que a anterior. Não, não pense errado, não sou masoquista, nem nada do tipo. Quero apenas esquecer o último sofrimento.
Antes, saiba que denomino "aventura" tudo aquilo que faz meu sangue se agitar, fazendo meu coração bater mais rápido e meu cérebro entrar em pane. É, bem parecido com o que chamam de amor. Talvez até seja o próprio, quem sabe. 
A questão é que preciso de umas boas pontadas de ciúmes e decepção. Provavelmente uma dose de música que me faça parar de ouvir a dose passada. Ou quem sabe um punhado de novas poesias recitadas por um novo destruidor de corações? Cairiam muito bem para a ocasião. Juro que nem reclamaria.
É claro, isso tudo seria muito mais fácil se eu oferecesse meu coração para qualquer um que desejasse tê-lo. Mas me desfazer de tudo que aconteceu... Fingir que não foi nada... Simular uma vida perfeita... Não é fácil.
Essa nova aventura poderia chegar assim, no nada, como a anterior. E como a anterior, poderia deixar rastros de toda a destruição. Provavelmente a possibilidade de eu implorar novas dores depois dessa será muito alta, no entanto, por quê não arriscar? Impossível qualquer dor ser tão malvada como a anterior. Mas talvez seja suficiente para apagar todas as outras.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Nunca vou namorar sério.



Porque eu sou brincalhão, não gosto de seriedade. Minha namorada tem que ser brincalhona também.
Eu sou das antigas, não curto muito essas internet, essas tecnologias. Tô acostumado a encontrar as pessoas na vida real, virar a noite rindo com elas, jogando War, Banco Imobiliário ou fazendo guerra de almofadas na rua. Foi assim que me criei.
Não sou chegado ao marasmo, a coisas repetitivas, em rotina, mas sou preguiçoso. Sou agitado, elétrico, não fico muito tempo no mesmo lugar. Espero que minha namorada seja igual a mim, que goste de coisas novas, que goste de conhecer lugares, fazer coisas diferentes, arriscar, se riscar, se ralar. Que ela me tire do sofá, da frente do computador, que me acorde agitada numa manhã de domingo e me leve pra sair, que tope sair comigo. E que aceite minhas loucuras. Porque vez ou outra eu invento uma maluquice, uma insanidade, e gostaria muito que ela me acompanhasse.
Não quero uma rival do meu lado. Quero alguém que reconheça seus erros e me peça desculpas, que tenha medo de me perder. Que demonstre seu amor e seu carinho. Que demonstre suas fraquezas, seus medos, seus anseios, seus sonhos. Porque eu ainda não aprendi a ler pensamentos, preciso de demonstrações o tempo todo. Quanto mais, melhor.
Minha namorada tem que ser minha amiga. Aquela que me chama de bobo, que ri de mim, ri comigo. Que brinca comigo, que me chama pra uma lutinha de travesseiro, que fique me provocando, que tire sarro dos meus defeitos, dos meus erros. Que me tire do sério, me desafie.
Minha namorada tem que ser molecona. Tem que ser curiosa, me perguntar do que gosto, do que não gosto. Tem que se interessar por mim. Tem que perguntar minhas coisas, como foi no jogo, se fiz algum gol contra, como foi a prova da faculdade e se aquelas pessoas do trabalho continuam me irritando. Tem que se interessar pelas fotos que eu tiro, pelos sites que eu faço.
Minha namorada tem que cuidar de mim. Tem que me ligar lembrando do dia do dentista, que eu tenho que ir mesmo que esteja morrendo de medo. E mesmo que eu lembre do dia do dentista. Tem que lembrar que eu não posso tomar leite, e por isso fazer "o pudim com leite de soja, porque sei que você é alérgico".
Mas, ao mesmo tempo, tem que ser carinhosa. Tem que me dar um apelidinho carinhoso, tem que fazer o que eu gosto e evitar o que eu não gosto. Tem que aceitar minhas manias e meus defeitos. Ela não sabe da minha história, não conhece que tipo de gente eu encontrei pela vida, não sabe por que fui moldado assim, não sabe se sou assim porque quero ou porque fui obrigado a ser assim.
Tem que entender que eu sou sistemático, tem que se interessar por que algumas vezes organizo minhas camisas por cores e outras deixo minha casa bagunçada.
Ela tem que vir até mim, tem que lutar por mim, tem que se esforçar por mim. Porque a conquista é diária. Não basta me trazer flores hoje e o resto do mês nem lembrar o número do meu telefone. Não precisa ser perfeita, não precisa ser boa o tempo inteiro, posto que toda mulher tende a ser mais frágil. Mas que queira me conquistar, que me deseje. Que faça planos comigo, que estes planos sejam grandes, e que lute comigo no dia a dia para conquistá-los.
Tem que ser rápida, esperta, inteligente, ousada e ambiciosa. Porque eu também sou assim. Não quero um abajur do meu lado. Quero uma "pardalzinha", que tenha formiga na bunda, que não pare quieta, que não se acomode, que não se acostume com pouco. Que queira sempre mais, e que seja sempre mais pra mim. E que seja sempre mais minha.
Tem que ser fiel, tem que me respeitar.
E quando digo fidelidade e respeito, não é só não sair com outro ou não olhar pro lado, é olhar só pra mim. Não como se isso fosse uma prisão, mas como se isso fosse um sonho realizado, como se quisesse só a mim, como se não precisasse de mais nada no mundo além de mim.

Parece muito?
Isso é o mínimo. É o mínimo que eu vou fazer por ela. Quando ela chegar, minha namorada, vou mostrar a ela como o mundo é bem maior, como eu posso dar-lhe muito mais que isso.

O mundo não é o bastante.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Não quero luxo. Quero você.


Eu não quero que você me busque num super potente carro, eu só quero que quando você me beije, eu não deseje mais nenhuma força do universo. Estou pouco me lixando se o restaurante tem várias cifras no guia da Folha, mas gostaria muito que a gente esquecesse das mesas ao lado e risse a noite toda, eu até brindaria com água sem bolhinhas. Sério que tem uma pousada mega-master com ofurô em cima da montanha e charretes cor-de-rosa que trazem o café da manhã? Dane-se, se você conseguir passar, nem que seja algumas horas, encantado pela gente, essa será a maior riqueza que eu posso ganhar. Sim, a tecnologia é mesmo fantástica, só que hoje eu queria sumir com você para um lugar onde não pegue o celular, não pegue a internet, não pegue a televisão, mas que a gente, em compensação, se pegue muito. Sim, sim, música eletrônica é demais, celebrar a vida com os amigos é genial, pular bem alto é sensacional. Mas será que a gente não pode colocar um Cartola bem baixinho na vitrola e dançar sozinhos no escuro, só hoje? Será que a gente não pode parar de adjetivar o mundo e se sentir um pouco?

Tati Bernardi

sábado, 28 de janeiro de 2012

Turistando: Curitiba.

Continuando o Turistando em Curitiba, já deixando claro que, sim, eu esqueci de postar o restante das fotos naquele dia. Quando saímos do Jardim Botânico, fomos direto ao Museu Oscar Niemeyer, é um museu DIVINO! Se você gosta de arte, e está planejando ir pra Curitiba, não pode perder! As exposições eram fantásticas! Vou postar sobre uma delas (uma que eu, particularmente, amei) quando tiver tempo.







Depois de um dia extremamente corrido, voltamos para o Hi Hostel e curtimos nossas últimas horas por lá. (Observem que estávamos de blusa! Por isso que eu amo Curitiba)





No último dia, apesar do tempo ter marcado chuva, conseguimos aproveitar um dia de sol (o que não é tão bom assim, já que eu não sou muito chegada à sol). Fomos na Feira do Largo da Ordem, e na minha opinião, foi o lugar mais bonito que fomos durante esses quatro dias, eu me sentia no exterior! Tinha muitos turistas lindos e artistas de rua maravilhosos!




 


E pra finalizar, o cupcake D-E-L-I-C-I-O-S-O que eu comi no Shopping Estação.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Turistando: Curitiba.


Depois de alguns dias sem postar, estou de volta! Motivo do sumiço inesperado: Viagem para Curitiba - Pr. Como diz a Bruna Sagais, estávamos turistando por lá. Ficamos três noites. No primeiro dia, tudo que fizemos foi dormir, pois chegamos tarde e decidimos que seria melhor não corrermos o risco de sermos mortas de noite (fato que alguns alegaram que aconteceria), nos hospedamos no Hostel Roma, que tinha uma boa localização, um café da manhã ótimo e custava R$ 38,00 reais a diária, mas o atendimento e os quartos não foram dos melhores. No segundo dia, pegamos um ônibus ônibus até chegarmos no outro hostel que parecia um pouco melhor, o Hi Hostel, que nos surpreendeu, já que custava apenas R$ 35,00 reais a diária, tínhamos direito à café da manhã (um pouco inferior ao primeiro Hostel), à piscina e quadra de futsal, além do excelente atendimento e da belíssima vista.




Depois de conhecer o Hostel, ainda de manhã fomos visitar o mais famoso Jardim Botânico. E é lindo! A sensação de estar lá é melhor do que a que eu imaginei, entretanto o tamanho da estufa meio que me decepcionou, já que eu imaginava ela imensa. Apesar disso, a emoção foi grande e o lugar é magnífico!




No próprio Jardim Botânico encontramos um lugar chamado Jardim das Sensações. Nele, o objetivo era tapar os olhos com uma venda e percorrer todo o jardim usando os outros sentidos.



Bom, por enquanto é só! Amanhã eu posto o restante das fotos do segundo dia!

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