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domingo, 1 de janeiro de 2012

De "Be The Cherry" para "Que Seja Melíflua".


2012, para mim, começa literalmente novo. Be The Cherry deixa de ser Be The Cherry para se tornar Que Seja Melíflua. E as novidades não acabam por aqui! Como podem perceber, o blog também está de layout novo! O conteúdo não mudará (ou pelo menos não drasticamente), mas terá muuuita coisa nova daqui pra frente. São surpresas por enquanto, preciso entrar em contato com as pessoas certas, para que isso se torne realidade. Para isso, preciso da ajuda de vocês, queridos leitores, que fazem este blog ser o que ele é. Não querendo ser clichê, mas já sendo, são vocês as pessoas mais importantes daqui. E não é brincadeira! Isso tudo é pra vocês! A partir de hoje, o blog só tende a crescer, então conto com a sua ajuda.
Para finalizar, quero desejar feliz 2012! Que esse próximo ano seja melhor que qualquer outro. Com muitas festas, muito dinheiro, saúde e, claro, amor. Não se esqueça dos seus amigos, eles são muito importantes. Você perceberá isso com o passar do tempo. Faça todas as loucuras que nunca teve coragem. Arrisque. Porque valerá a pena, mesmo que você se arrependa depois. Estude mais do que em 2011 e se esforce para este próximo ano não ser perdido. Encontre amores sem procurar, e não esqueça de cuidar de você mesmo! Mas não pense que tudo isso virá de bandeja nas suas mãos. Trabalhe duro para isso. Faça acontecer! E deseje para os outros, ore por eles, ajude-os. É assim que se constrói o caráter.
Um feliz ano novo!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Cartas.


Há certas cartas que nunca serão entregues, assim como os telefonemas nunca discados e as despedidas nunca impedidas. Se as histórias fossem somente perfeitas, de quê dor a poesia iria se preencher? De quê carta rasgada ou deixada jogada e esquecida na gaveta eu falaria? E quais erros futuros nós, todos nós, impediríamos, se não houvessem essas cartas e telefonemas e atitudes desesperadas de agora? E quem eu teria feito ficar? Ah, essa mania de oscilar entre a terceira pessoa do plural e a primeira do singular… Quando a hipótese é bonita, uso o plural. Quando a hipótese dói, uso o singular, como se apenas as minhas cartas e palavras tivessem sido jogadas de lado e deixadas para amanhã ou sabe-se lá quando. Entenda que, em dias cinzentos, tenho mania de achar que as minhas dores são as únicas que se manifestam. Mas o sol chega; as cartas, os telefonemas e os reencontros também. Amém.

Camila Costa.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

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