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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Sou a corte, o promotor e nesse caso seu advogado.


É, a culpa é minha.
Acreditar nas suas palavras.
Ou melhor, que palavras?
Só me lembro das palavras que dizia à mim mesmo pra acobertar suas mentiras.
Eu devia é ser preso.
Sou o culpado por ter sido tão inocente.

O que é real?


E se pudesse viver para sempre? Mas não o real e palpável, se pudesse criar o seu mundo, exatamente com tudo que gostaria, a sua utopia seria real. Você viveria, sentiria, acreditaria, mas seria mentira, você não saberia, entretanto nada daquilo seria real. Seria a mentira tão real que se tornaria a própria razão de viver? O que torna as coisas reais? Acreditar as tornam reais? Sentir? Será que a felicidade mesmo que gerada pela ilusão compensa toda a mentira? Até onde ir pela felicidade? Até onde compensa? A eternidade a seu dispor, a perfeição, o seu desejo. Maior que a morte e que o tempo. Um Deus criando tudo. Não é tentador? Não é belo? A satisfação compensa a mentira? Mas não seria a vida a própria mentira? Se a mente não difere o sonho da realidade, como saberemos? O que é sonho o que é real? Viver para sempre, mentir para sempre? Sonhar para sempre e realizar tudo. Não é tentador? A verdade é importante? A mentira é vilã? É heroína? O que é a verdade?

Karina.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Se trata de mentiras.



Uma mentira, faz todas as verdades serem duvidosas.
Autor desconhecido.

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